Projetos Especiais

Fomos vencedores desse concurso, com um projeto que visa transformar a rua em um Boulevard, promovendo assim uma melhoria na qualidade de vida dos moradores, comerciantes e frequentadores da região. Calçadas, mobiliário urbano e iluminação são remodelados e incluídos, o trânsito é reorganizado e as áreas verdes recuperadas. O concurso foi promovido pelo IAB (instituto dos Arquitetos do Brasil) e pela Associação GLS Casarão Brasil. O Projeto foi realizado com a colaboração do escritório Fondarius, de Barcelona.

Pensamos em um projeto com quatro setores de funcionamento. Estacionamento no subsolo, galpão do mercado e pátio de manobras no térreo e praça de alimentação, restaurantes e choperias no pavimento superior. Com estética que remete aos mercados do século XIX, colocamos venezianas formadas por tubos metálicos e sheds que garantem iluminação e ventilação naturais e permanentes, sem a necessidade de uso de ar condicionado. As águas de chuva da cobertura são coletadas através de calhas e reutilizadas em descargas sanitárias e lavagem.

Utilizamos um conceito da cultura indígena, o “Angá” (abrigo ou sombra em Tupi Guarani), para criar uma concentração de todos os ambientes de interação – aqueles que abrigam o acervo cultural – em dois níveis interligados espacialmente sob um plano inclinado, fazendo referência ao mais elementar abrigo indígena, formado por folhas de palma, registrado por Debret em suas ilustrações. O formato linear, intercalado com pátios de iluminação e ventilação, garante luz a todos os ambientes e ventilação natural, reduzindo a necessidade de ar condicionado.

O desafio na implantação deste projeto estava em atender à densidade de construção derivada do Programa de Necessidades, dentro dos limites de ocupação e aproveitamento, mantendo o edifício antigo existente e buscando a adequação à geometria irregular do terreno. Na nossa proposta, três blocos independentes, todos com 6 níveis, articulados entre si por espaços de circulação vertical, se integram à ortogonalidade do edifício existente, a ser mantido.

Planejamos um Eixo Cívico que organiza e integra os edifícios municipais, formando uma sucessão de praças: Praça Cerimonial, Praça Cívica, Praça Cultural e Praça do Sol. Um eixo transversal de circulação interna estrutura os edifícios e facilita o acesso às áreas públicas e ao mini shopping.

Fomos vencedores desse concurso, com um projeto que visa transformar a rua em um Boulevard, promovendo assim uma melhoria na qualidade de vida dos moradores, comerciantes e frequentadores da região. Calçadas, mobiliário urbano e iluminação são remodelados e incluídos, o trânsito é reorganizado e as áreas verdes recuperadas. O concurso foi promovido pelo IAB (instituto dos Arquitetos do Brasil) e pela Associação GLS Casarão Brasil. O Projeto foi realizado com a colaboração do escritório Fondarius, de Barcelona.

Pensamos em um projeto com quatro setores de funcionamento. Estacionamento no subsolo, galpão do mercado e pátio de manobras no térreo e praça de alimentação, restaurantes e choperias no pavimento superior. Com estética que remete aos mercados do século XIX, colocamos venezianas formadas por tubos metálicos e sheds que garantem iluminação e ventilação naturais e permanentes, sem a necessidade de uso de ar condicionado. As águas de chuva da cobertura são coletadas através de calhas e reutilizadas em descargas sanitárias e lavagem.

Utilizamos um conceito da cultura indígena, o “Angá” (abrigo ou sombra em Tupi Guarani), para criar uma concentração de todos os ambientes de interação – aqueles que abrigam o acervo cultural – em dois níveis interligados espacialmente sob um plano inclinado, fazendo referência ao mais elementar abrigo indígena, formado por folhas de palma, registrado por Debret em suas ilustrações. O formato linear, intercalado com pátios de iluminação e ventilação, garante luz a todos os ambientes e ventilação natural, reduzindo a necessidade de ar condicionado.

O desafio na implantação deste projeto estava em atender à densidade de construção derivada do Programa de Necessidades, dentro dos limites de ocupação e aproveitamento, mantendo o edifício antigo existente e buscando a adequação à geometria irregular do terreno. Na nossa proposta, três blocos independentes, todos com 6 níveis, articulados entre si por espaços de circulação vertical, se integram à ortogonalidade do edifício existente, a ser mantido.

Planejamos um Eixo Cívico que organiza e integra os edifícios municipais, formando uma sucessão de praças: Praça Cerimonial, Praça Cívica, Praça Cultural e Praça do Sol. Um eixo transversal de circulação interna estrutura os edifícios e facilita o acesso às áreas públicas e ao mini shopping.